Para começar...
... um parto. Vamos dar à luz uma introdução.
Já percebeu como é difícil introduzir algo (mente demente, não pense besteira...rs)? O melhor a se fazer é sempre iniciar e, quando terminado, a introdução será mais fácil... é assim que fazemos com textos, trabalhos, monografias... deixamos que o texto nasça antes, para depois introduzí-lo.
Mas e com a Vida? Será que dá pra deixar rolar antes de introduzir (mente demente, recolha-se! rs)?
Não dá. A Vida se introduz e se deixa rolar ao mesmo tempo. Você, personagem, nem perceberá o que está sendo feito. Talvez mais a frente, quando estiver próximo ao seu ponto final, você identifique os capítulos.
Ao longo dos nossos dias somos puro turbilhão. A maioria de nós não se importa com introduções, com o andamento, com os duplos sentidos ou as elipses. Outros não. Estes sofrem com cada capítulo, tentando entender o objetivo do autor, tentando relacionar isto à aquilo, ou aquilo ao aquilo outro.
Esta outra aqui que escreve, simplesmente lê os capítulos de sua própria vida no decorrer dos acontecimentos, esperando ansiosamente pela revelação de algo e decepcionando-se continuamente com a continuação do mistério.
Eu não percebo nada. Ela também não. Mas, como está mais atenta e acredita que esteja entendendo alguma coisa, às vezes olha pra mim e pergunta "Ei, percevejerá você o que eu percevejo? É tudo muito simples...". Eu, é claro, balanço a cabeça, como se faz para uma criança que me diz para acreditar na mágica... não acredito, mas não quero desencorajá-la.
Pobrezinha.
Ficará perdida nas entrelinhas.
Já percebeu como é difícil introduzir algo (mente demente, não pense besteira...rs)? O melhor a se fazer é sempre iniciar e, quando terminado, a introdução será mais fácil... é assim que fazemos com textos, trabalhos, monografias... deixamos que o texto nasça antes, para depois introduzí-lo.
Mas e com a Vida? Será que dá pra deixar rolar antes de introduzir (mente demente, recolha-se! rs)?
Não dá. A Vida se introduz e se deixa rolar ao mesmo tempo. Você, personagem, nem perceberá o que está sendo feito. Talvez mais a frente, quando estiver próximo ao seu ponto final, você identifique os capítulos.
Ao longo dos nossos dias somos puro turbilhão. A maioria de nós não se importa com introduções, com o andamento, com os duplos sentidos ou as elipses. Outros não. Estes sofrem com cada capítulo, tentando entender o objetivo do autor, tentando relacionar isto à aquilo, ou aquilo ao aquilo outro.
Esta outra aqui que escreve, simplesmente lê os capítulos de sua própria vida no decorrer dos acontecimentos, esperando ansiosamente pela revelação de algo e decepcionando-se continuamente com a continuação do mistério.
Eu não percebo nada. Ela também não. Mas, como está mais atenta e acredita que esteja entendendo alguma coisa, às vezes olha pra mim e pergunta "Ei, percevejerá você o que eu percevejo? É tudo muito simples...". Eu, é claro, balanço a cabeça, como se faz para uma criança que me diz para acreditar na mágica... não acredito, mas não quero desencorajá-la.
Pobrezinha.
Ficará perdida nas entrelinhas.
Não sei pq, mas esse vocativo "mente demente" me pareceu tão direcionado? hauahuahuahauhaua
ResponderExcluirAdorei sua introdução....AO BLOG!!!!! hauah
bjos amiga leviana e ingrata!!!!
=*
Não sei pq, mas este vocativo "mente demente" me pareceu tão direcionado ? hauahuahauha
ResponderExcluirAdorei sua introdução Massaroka!!!!(ao Blog, é claro!!!) Foi Mara!
hauhauah
bjos amiga, ingrata e relapsa!
=*
Tenho tanto orgulho dessa sua mente fértil!
ResponderExcluirTe amo mtooo!
nandinha