E vai se indo...
Esvaindo-se.
E se eu desmoronar? Se não pudesse mais aguentar? O que eu faria...
Lançaria os joelhos ao solo e os olhos aos céus. Contemplaria aquilo tudo que nunca seria meu. Fitaria os punhos machucados e os pulsos, os pulsos. Sentaria na terra, sorrindo.
Haverá Beleza na derrota? Na desistência? Não me importaria mais. Ali só importariam as feridas e a chuva que as faria arder e curar e secar.
Haverá Beleza na derrota? Na desistência? Não me importaria mais. Ali só importariam as feridas e a chuva que as faria arder e curar e secar.
E se eu quisesse lutar? O que eu faria...
Levantaria e iria encarar o horizonte, contemplando tudo aquilo que nunca seria meu.
Apertaria os pulsos, os punhos. Avançaria sobre a terra, esperando encontrar o seu fim.
Haveria Beleza na chuva. E haveria também na derrota que ela anunciava enquanto fazia arder e secar as feridas, agora curadas.
ººº
É isso que dá misturar nostalgia musical com final de tarde de domingo.
Apertaria os pulsos, os punhos. Avançaria sobre a terra, esperando encontrar o seu fim.
Haveria Beleza na chuva. E haveria também na derrota que ela anunciava enquanto fazia arder e secar as feridas, agora curadas.
ººº
É isso que dá misturar nostalgia musical com final de tarde de domingo.
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